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Liberar um relatório e seu idioma

Gerar, depois liberar

Produzir um entregável são dois passos, de propósito. Primeiro você gera um relatório para um marco, o que roda um job e produz o arquivo (pelo sidecar de renderização isolado). Depois você o libera, o momento em que ele passa a ser visível ao cliente pelo portal. Um relatório gerado e não liberado é interno; só relatórios liberados chegam ao cliente, escopados ao cliente a que pertencem.

O checkpoint de liberação

Liberar roda uma revisão curta dos mapeamentos de conformidade do relatório, achado a achado, antes de você confirmar. É revisão, não portão: o DPO ou lead passa o olho no mapa composto e segue. Na liberação o relatório congela, capturando as revisões publicadas de achado, os mapeamentos de conformidade e sua procedência, e os prazos de remediação como estão, então o relatório entregue continua afirmando o que afirmou mesmo que os achados sigam evoluindo (ver Relatórios). Retirar e liberar de novo recongela a partir do estado atual.

Idioma

Um relatório é gerado no locale de relatório do engajamento (por exemplo português ou inglês). O locale governa a redação do próprio relatório, incluindo a linha de compliance e sua procedência. Escolha o locale para casar com o cliente que o lê.

Gerando um resumo de reteste

O resumo de reteste é gerado como qualquer outro documento, e é um tipo próprio, não um formato: sempre PDF, e sempre amarrado ao relatório completo que resume, de quem imprime identificador, formato, data e hash (veja Relatórios). Gere-o depois dos ciclos de reteste que ele deve refletir, e libere-o como libera qualquer outro documento.

Retirar o relatório completo leva junto os resumos liberados daquele engajamento, então planeje a ordem: se uma correção obrigar a retirar e liberar de novo o relatório completo, os resumos precisam ser liberados outra vez depois.

PDF assinado externamente

O PEART não assina documento e não verifica assinatura legal. Quando um PDF liberado é assinado por autoridade externa, o arquivo assinado é importado e guardado como artefato próprio, com hash próprio, associado àquele documento. A partir daí o portal entrega ao cliente o arquivo assinado, e não o que o PEART produziu, porque é essa a cópia que carrega a assinatura. A importação é gesto de administrador e só vale para documento já liberado.

Entregar ao cliente

O cliente alcança os relatórios liberados pelo portal, sobre um canal autenticado, escopado e TLS, em vez de por email. Um perfil de relatório governa o que a visão do cliente mostra. Cada marco liberado (o relatório oficial, relatórios de reteste intermediários, o relatório final) é baixável ali, então o conjunto todo de entregáveis vive num lugar controlado em vez de anexos espalhados.