Ir para o conteúdo

Mudar uma instalação para outro host

Migrar o PEART é copiar três coisas, numa ordem específica. Com a ordem errada, o host novo gera uma chave mestra própria, e aí o backup que você vai restaurar não pode ser lido pela instalação que você acabou de montar.

O que precisa viajar

O quê Onde vive Por que não dá para pular
A chave mestra no caminho de master_key_path, fora do diretório de dados O artefato de backup nunca a contém, por desenho. Sem a chave original, as evidências e os backups ficam ilegíveis, sem recuperação.
O artefato de backup onde o peart backup -out gravou Banco, evidências e renditions, cifrados para aquela identidade mestra.
A configuração /etc/peart/config.yaml e os arquivos de ambiente Caminhos, superfícies, token do render. Revise no host novo, em vez de copiar às cegas.

A ordem que importa

  1. Instale no host novo, e não suba os serviços. Binários, sidecar de renderização, units, diretórios. Nada que abra o banco ainda.
  2. Ponha a chave mestra original no lugar, no caminho que master_key_path nomeia, com dono do usuário de serviço e modo 0600. Faça isso antes do primeiro boot. Se o volume de dados for cifrado, faça depois de o volume estar aberto e montado: uma chave escrita enquanto o ponto de montagem ainda é um diretório vazio no sistema de arquivos raiz some embaixo do volume, e aí o primeiro boot gera uma identidade nova.
  3. Restaure o backup nos diretórios de dados do host novo, com essa mesma identidade mestra.
  4. Rode peart migrate, para um backup de versão anterior alcançar o schema que os binários novos esperam.
  5. Suba os serviços e confira: a tela de login responde, um achado publicado abre, e um relatório é gerado (este último exercita o sidecar de renderização, que é justamente a parte que costuma faltar num host recém-montado).

Por que o passo 2 vem antes do primeiro boot

No primeiro boot, um PEART que não encontra chave em master_key_path gera uma e a salva. É o comportamento certo para uma instalação nova e o errado para uma migração: o host passa a ter uma identidade mestra que nunca cifrou nada do que é seu. Restaurar com identidade diferente daquela para a qual o artefato foi cifrado é recusado de imediato, que é a falha segura, e a confusa se você não esperava por ela.

O conserto desse estado é parar os serviços, pôr a chave original no lugar e restaurar de novo. Nada se perde enquanto a chave original existir em algum lugar, que é exatamente por que ela é exportada e guardada longe do backup dos dados.

Antes de desativar o host antigo

Mantenha o host antigo, ou ao menos a chave e o último backup dele, até o novo se provar: login bem sucedido, um achado lido de ponta a ponta, um relatório gerado, e um peart fsck sem nada a dizer. Só então limpe o disco antigo.

Se o host antigo ficar inacessível e a chave se perder, nenhum procedimento recupera as evidências. Esse é o limite declarado do modelo de cifragem, não uma lacuna desta página.